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sexta-feira, 13 de julho de 2012

Não se surpreenda, eu sou assim mesmo. Luto pelo o que eu quero, às vezes desisto do que eu quero. Vou até o fim, paro no meio do caminho. Choro até soluçar, sorrio até chorar, me entrego demais, me decepciono demais. Sonho demais, tento demais, amo demais, sofro demais. Às vezes sou criança demais, às vezes adulta demais. Amo meninos, odeio meninos, transformo a minha dor em arte, em verso, em prosa em coisas que ninguém quer ver. Não se surpreenda com meu mundo ao avesso, com minhas tentativas e desistênciaseu sou assim mesmo.

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